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CAPA DA EDIÇÃO Nº 41
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EDIÇÃO Nº 41

Usinas brasileiras recebem avaliação internacional positiva

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e o Foro Ibero-Americano de Organismos Reguladores, Radiológicos e Nucleares (Foro) ratificaram as conclusões das avaliações da Eletrobras Eletronuclear de que as usinas brasileiras são seguras contra eventos externos e aprovaram as iniciativas da empresa em adotar melhorias para proteger ou aumentar as margens de segurança disponíveis. As recomendações, na sua maioria, já estão contempladas no Plano de Resposta à Fukushima da Eletronuclear, em prática desde 2011.

O Plano engloba 30 estudos e 28 projetos, a serem desenvolvidos até 2016, com investimentos estimados em cerca de R$ 300 milhões. A empresa já investiu R$ 26 milhões e deve chegar ao final de 2013 com R$ 50 milhões investidos.

Dentro do processo de reavaliação da segurança de Angra 1 e Angra 2 à luz das lições apreendidas com o acidente na central de Fukushima Daiichi, no Japão, a Eletronuclear submeteu à Cnen o “Relatório de Avaliação de Resistência das Unidades da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA) para as Condições do Acidente de Fukushima (Stress Test)”. Ao encaminhar o relatório ao Foro, a Cnen expressou a sua concordância com a abrangência da avaliação desenvolvida pela empresa e com os seus resultados, referendando as iniciativas que já vêm sendo desenvolvidas pela Eletronuclear em resposta ao acidente no Japão. De acordo com o procedimento de avaliação cruzada entre os organismos reguladores dos países membros do Foro, o relatório nacional brasileiro foi avaliado pelo órgão regulador do México, que destacou as boas práticas adotadas e o fato de o documento já apresentar as ações que visam a aumentar ainda mais o padrão de segurança das usinas do Brasil.

O desenvolvimento das iniciativas da Eletronuclear, estabelecidas no Plano de Resposta à Fukushima, tem sido objeto de acompanhamento pela Cnen através dos relatórios trimestrais encaminhados pela empresa e de reuniões de coordenação e técnicas com a participação de representantes das duas instituições. O Foro, em seu relatório, prevê reuniões já a partir de 2014 para acompanhamento das avaliações e da implementação das medidas adicionais de aumento de segurança previstas nos relatórios nacionais de cada país.

Associação Brasileira de Energia Nuclear

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