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Utilização do grafeno pode reduzir volume do rejeito radioativo em 90%

Paula Guatimosim

(23/01/20) Apesar das campanhas e pressões contrárias à energia nuclear, há 450 reatores nucleares em atividade em 33 países e outras 50 usinas em construção. A crescente necessidade de alternativas "limpas" para geração de energia deverá triplicar o número de usinas nucleares até 2050, fazendo com que essa fonte passe a representar 25% da eletricidade produzida no planeta. O anúncio foi feito durante o Congresso Mundial de Energia Nuclear (AtomExpo) em 2016, em data que coincidiu com o aniversário de 30 anos do acidente de Chernobyl, na Ucrânia, o maior desastre nuclear da história.

Um grande, se não o maior problema das usinas nucleares, é o subproduto que elas geram: o lixo nuclear. Esse lixo nuclear, denominado normalmente de rejeito nuclear, não é exclusivo de usinas nucleares. Eles também são produzidos em hospitais, centros de pesquisas, e até nos prédios comerciais e residenciais (detectores de fumaça, para-raios). Em decorrência, há um esforço mundial para buscar melhores e mais seguras alternativas para seu armazenamento.

Um grupo de pesquisadores da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), entre eles o radiofarmacêutico Ralph Santos-Oliveira, descobriu um fato inédito que poderá revolucionar o armazenamento de resíduos nucleares. Os especialistas utilizaram o grafeno, cujo único grama pode ter entre 200 e 400 metros quadrados de área, e conseguiram reduzir o volume de rejeito radioativo em 90%. Ou seja, um galão de 900 litros fica reduzido a 90 litros apenas, o que reduz sobremaneira o espaço para armazenamento. Além disso, o uso do grafeno permite transformar o rejeito radioativo líquido em sólido, auxiliando ainda mais na armazenagem e evitando riscos de vazamentos.

Leia a notícia completa aqui.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj)

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