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Amazul completa cinco anos com novos projetos e avanço na governança

(15/08/18) A Amazul – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. comemora o quinto aniversário neste dia 16 de agosto com o fortalecimento de sua participação no Programa Nuclear da Marinha, Programa de Desenvolvimento de Submarinos e Programa Nuclear Brasileiro, por meio do empreendimento do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB).

No Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), a Amazul atua em dois programas: a produção do combustível nuclear e o desenvolvimento de um reator nuclear para equipar o submarino com propulsão nuclear, que está sendo construído pela Marinha em Itaguaí (RJ). Profissionais da empresa também estão no ProSub.

Por meio da Coordenadoria-Geral de Negócios, a empresa prospecta parcerias com a indústria nacional com o objetivo de ajudar a aumentar o grau de nacionalização do ProSub. Com essa estratégia, a Amazul cumpre também um de seus propósitos previstos na justificativa de sua criação, que é o fortalecimento da Base Industrial de Defesa.

A empresa vem cumprindo um dos propósitos que justificaram a sua criação, que é a retenção, a proteção e a disseminação do conhecimento nuclear. Além da participação nos programas, a empresa implanta uma gestão do conhecimento em áreas ligadas ao ciclo do combustível nuclear no CTMSP. A metodologia é baseada em modelos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do empreendimento modular da Marinha e da Agência Internacional de Energia Atômica.

Outra iniciativa neste sentido é a criação da Diretoria de Gestão do Conhecimento e de Pessoas, estratégica para a organização cujo maior ativo é o conhecimento que os profissionais detêm.

A Amazul consolida sua participação no Reator Multipropósito Brasileiro, do qual é co-empreendedora. Em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, por meio da Comissão Nacional de Energia Nuclear, e com a empresa argentina Invap, desenvolve o projeto detalhado do RMB. Recentemente, o empreendimento foi contemplado com a aprovação, pelo Ministério da Saúde, de um financiamento no valor de R$ 750 milhões até 2022.

O RMB tem uma grande relevância social, pois visa tornar o Brasil autossuficiente em radioisótopos destinados à produção de radiofármacos para o diagnóstico e tratamento de câncer e outras doenças. "O País compra os insumos da Argentina, Rússia e África do Sul, que não conseguem, porém, atender à elevada demanda reprimida, impedindo que os benefícios da medicina nuclear cheguem a todos, em todas as regiões", observa o diretor-presidente da Amazul, Ney Zanella dos Santos. O RMB também disponibilizará tecnologias que poderão ser aplicadas na agricultura, no meio ambiente, na indústria e em teste de materiais, o que interessa à Marinha.

Ainda no campo da medicina nuclear, a Amazul mantém parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) para participar da fabricação de radiofármacos no Centro de Radiofarmácia da instituição, em São Paulo.

Governança

Nesses cinco anos, a Amazul adquiriu notável maturidade na governança, com a adoção das melhores práticas do mercado. Para se ter uma ideia desses avanços, ficou em segundo lugar entre 30 empresas dependentes do Tesouro Nacional na 1ª Certificação IG-SEST de Governança Institucional, promovida pela Secretaria de Controle e Governança das Empresas Estatais, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Esse indicador é um instrumento de acompanhamento contínuo e avaliação do cumprimento dos requisitos exigidos pela nova Lei das Estatais.

A Amazul está envolvida num processo de reestruturação para se adequar não apenas às exigências da nova Lei das Estatais, como também aos novos cenários, novos desafios e novas oportunidades que se apresentam. O foco principal é reforçar a governança, aprimorar os processos, garantir a conformidade e a integridade e reduzir os riscos.

"Assim, estamos implantando, em toda a empresa, o mapeamento de processos e o gerenciamento dos riscos corporativos e operacionais. São processos para levar a estratégia do negócio ao nível operacional, e que incluem governança, responsabilização, tomada de decisões, métricas e comportamentos", ressalta Zanella.

Também está nos planos da empresa a criação de uma incubadora de projetos na região de Iperó e Sorocaba para estimular o surgimento de startups voltadas para o setor nuclear. Além de incentivar a inovação no desenvolvimento de tecnologias e na prestação de serviços, esses projetos podem beneficiar a economia da região.

Com esses empreendimentos e projetos, e uma eficiente gestão de nossos ativos intangíveis, a Amazul pretende construir uma base sólida de competência para fortalecer o ainda desacreditado setor nuclear frente à população.

Foto: Comunicação Social do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP)

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul)

Associação Brasileira de Energia Nuclear

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