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Simulado com equipamentos alternativos é realizado em Angra 2

(06/12/17) Hoje (06), em Angra 2, foi realizado um exercício de mobilização dos equipamentos alternativos adquiridos para atender o Plano de Ação Pós-Fukushima. O simulado aconteceu das 8h às 11h35 e contou com o acompanhamento da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen).

No Plano de Ação Pós-Fukushima, eventos severos – de probabilidade de ocorrência muito baixa e que poderiam ir além das condições atendidas pelos procedimentos já existentes – são cogitados, estudados e contornados. Este tipo de evento é gerenciado por meio do Manual de Gerenciamento de Acidente Severo (SAMG, na sigla em inglês), que estabelece as estratégias adequadas para cada sequência de eventos.

Este simulado consistiu no deslocamento dos equipamentos desde o Morro do Urubu até a usina, seguindo uma sequência pré-definida. Os aparelhos foram posicionados no lugar em que seriam utilizados em uma situação de emergência. Segundo a engenheira mecânica e supervisora de turno Mônica Jansen, do Departamento de Implantação da Operação de Angra 3, o evento foi um sucesso.

"Saiu tudo como planejado. O tempo gasto nas tarefas, inclusive, foi menor do que havíamos imaginado. A efetividade de um planejamento detalhado e do alinhamento da equipe ficou claro para mim", disse.

A instalação de mangueiras e cabos, simulando a utilização dos equipamentos, também fizeram parte do exercício. A monitoração dos tempos necessários para cada etapa do processo e o levantamento das dificuldades observadas e oportunidades de melhoria também foram observadas. O armazenamento no Morro do Urubu tem o objetivo de manter estes equipamentos em um lugar elevado, a salvo de uma possível inundação.

Nesse exercício foram movimentados geradores, uma motobomba e outros acessórios. O transporte foi feito por meio de trator e caminhão, desde o Morro do Urubu até Angra 2.

O simulado envolveu equipes da Operação, da Manutenção, da Engenharia de Apoio e da Engenharia de Sistemas. Este foi o primeiro exercício simulado para estes equipamentos feito em Angra 2. O simulado permite que todo o material necessário seja identificado e separado permitindo agilidade em um momento de emergência, reduzindo o risco de erros. Isto atende às recomendações dos órgãos internacionais emitidas após o evento de Fukushima.

"O grande objetivo desse tipo de exercício é colocar em uso os equipamentos que seriam utilizados no caso remoto de uma emergência, para que dessa forma, estejamos mais seguros e preparados", relatou Mônica Jansen.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Eletrobras Eletronuclear

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