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Esclarecimento da Eletronuclear sobre o artigo 'Catástrofe', de Ascânio Seleme, publicado hoje (14) por "O Globo"

(14/02/19) No citado artigo, o colunista cria um cenário de ficção distópica a partir de uma hipotética explosão atômica em uma usina nuclear em Angra dos Reis. Tal situação é absolutamente impossível de ocorrer, bem como as demais consequências do evento que o autor descreve.

Usinas nucleares não utilizam combustível com grau de enriquecimento suficiente para gerar uma explosão. Poucas atividades são tão fiscalizadas como a produção de energia elétrica por fonte nuclear.

As usinas de Angra são auditadas por organismos internacionais, como a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e a Associação Mundial de Operadores Nucleares (Wano). Além disso, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) mantém inspetores residentes em Angra, que acompanham diariamente as atividades de Angra 1 e 2. As usinas também são fiscalizadas por entidades como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB).

A Eletronuclear convidará o colunista para visitar a CNAAA e conhecer de perto todo o cuidado que temos com a segurança de nossos colaboradores, dos habitantes das comunidades vizinhas e do meio ambiente.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Eletrobras Eletronuclear

Associação Brasileira de Energia Nuclear

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