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Faltam máquinas de radioterapia no estado

Por: Alice de Souza - Diario de Pernambuco

(17/10/18) De acordo com a Sociedade Brasileira de Radioterapia, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem uma quantidade de aceleradores lineares, máquinas responsáveis por fazer o tratamento de radioterapia, 40% inferior ao que seria necessário para toda a população. Hoje, o SUS tem 270 aparelhos disponíveis, quando o recomendado seria 600. Outro problema é a distribuição dos equipamentos, uma vez que 55% deles estão na região Sudeste, 19% na região Sul, 13% no Nordeste, 7% no Centro-Oeste e 6% no Norte.

Se unidos os equipamentos existentes no sistema privado, a quantidade de aceleradores lineares em funcionamento em todo o país não passa de 400, quando o necessário seriam entre 600 e 800, estima a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). O Ministério da Saúde tem um plano de expansão da radioterapia no SUS, que inclui a compra de 80 máquinas novas e um investimento de R$ 545 milhões. Um contrato foi firmado em dezembro de 2013, mas até então apenas oito máquinas foram entregues e 26 obras estão em execução. Uma delas no Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP).

A radioterapia é uma das aplicações da energia nuclear na medicina e consiste na utilização de radiação ionizante para o tratamento de tumores. "Na imensa maioria das vezes, a radioterapia é usada para tratar tumores malignos e pode ser usada em conjunto com a quimioterapia, a cirurgia, a imunoterapia ou hormonoterapia", explicou o radio-oncologista do Grupo Oncoclínicas Radioterapia, Felipe Coelho Leite.

Leia a notícia completa aqui.

Fonte: Diario de Pernambuco

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