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O progresso é sustentável?

(15/03/19) "Infelizmente não existe caminho fácil para reduzir as emissões globais de carbono sem uma expansão da energia nuclear. É a única tecnologia de baixo carbono que temos hoje com capacidade de produzir grandes quantidades de energia elétrica. Ela é cara, tem seus problemas e seu uso vem se restringindo em países como os Estados Unidos, Alemanha e França. No entanto, em países como a China, Rússia, Índia e Indonésia, sedentos de energia, saturados de fumaça, livres de marcos regulatórios e melindres éticos e políticos, o uso da energia nuclear tem sido cada vez mais extensivo.

O uso da energia nuclear traz à baila muitas questões de ordem psicológica: o medo de envenenamento, a desconfiança, a facilidade em imaginar catástrofes. Não tenho o número de mortos nos sessenta anos da energia nuclear, decorrente dos desastres em Chernobyl (1986), em Three Mile Island (1979) e em Fukushima mais recentemente (2011), mas sem dúvida é significativamente menor que o grande número de pessoas que morre, dia após dia, por conta da poluição do ar causada pela queima de combustíveis fósseis e pela mineração dessas matérias-primas. Segundo um levantamento recente o gás natural mata 38 pessoas por ano e por quilowatt-hora de eletricidade gerada, a biomassa 63, o petróleo 243 e o carvão 387 e isso não aparece nas manchetes."

Leia o texto completo aqui.

Autor: Paulo Cesar Razuk - professor titular aposentado do Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) / Campus Bauru

Fonte: Jornal da Cidade (JCNet) - SP

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