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Método para detectar acúmulo de peptídeo ligado ao Alzheimer é validado no Brasil

(20/05/19) Pesquisadores validaram no Brasil uma metodologia capaz de mapear o acúmulo de peptídeo beta-amiloide no cérebro humano por meio de tomografia por emissão de pósitrons (PET, na sigla em inglês). Em pacientes com Alzheimer, esse peptídeo se agrupa de forma anômala e promove a deposição de placas no córtex cerebral. A metodologia, aliada a outras análises, constitui uma ferramenta importante para diferenciar casos de doença de Alzheimer de outras demências degenerativas. Embora já tenha sido testada em voluntários, ainda não está liberada para uso na rotina clínica.

No estudo, resultado de um Projeto Temático apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a equipe de pesquisadores validou a metodologia de produção de um radiofármaco. Denominado 11C-PIB, ele atua como um marcador do acúmulo de peptídeo beta-amiloide no cérebro humano. A substância, desenvolvida na Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, é um produto sem patente e com comercialização limitada, sobretudo por ter meia-vida física muito curta – faz uso de um radioisótopo (carbono-11) para marcar a molécula.

De acordo com os pesquisadores, a validação de marcadores – como o 11C-PIB – tem o potencial de viabilizar o diagnóstico precoce e mais preciso, além de dar uma nova perspectiva para a doença, permitindo que no futuro novos tratamentos sejam testados.

Leia a notícia completa aqui.

Fonte: Agência Fapesp (matéria disponível no site Planeta Universitário)

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