Receba as newsletters da ABEN:
Imagem loading
English

Pesquise uma Notícia

Por Data:

Ver Mais: 1 : 2 : 3 : 4 : 5 : 6 : 7 : 8 : 9 : 10

INB aumenta produção de urânio enriquecido no Brasil


Divulgação: Indústrias Nucleares do Brasil (INB)

(19/11/21) A Indústrias Nucleares do Brasil (INB) dará mais um passo na produção nacional de enriquecimento de urânio na sexta-feira, dia 26/11. A empresa inaugurará, na Fábrica de Combustível Nuclear - FCN, em Resende/RJ, a 9ª cascata da Usina de Enriquecimento Isotópico de Urânio. Com a ampliação, a INB reduz o seu grau de dependência na contratação do serviço de enriquecimento isotópico no exterior para a produção de combustível das usinas nucleares nacionais.

A entrada em operação da 9ª cascata possibilitará o alcance da capacidade de produção para atendimento de 65% da demanda das recargas anuais de Angra 1, correspondendo a um acréscimo de cerca de 5% em relação à capacidade atual. O investimento para a construção dessa cascata foi de R$ 54 milhões.

A inauguração faz parte da primeira fase da implantação da Usina, um projeto em parceria com a Marinha do Brasil, que busca a instalação de dez cascatas de ultracentrífugas na FCN. A sua conclusão está prevista para 2023, com a entrada em operação da 10ª cascata, quando será atingida a capacidade de 70% da demanda anual necessária ao abastecimento de Angra 1.

A tecnologia de enriquecimento do urânio pelo processo da ultracentrifugação foi desenvolvida de forma autóctone no Brasil pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen/Cnen). De acordo com a World Nuclear Association, o Brasil faz parte de um seleto grupo de 13 países reconhecidos internacionalmente pelo setor nuclear como detentores de instalações para enriquecimento de urânio com diferentes capacidades industriais de produção.

AMPLIAÇÃO - A implantação da Usina de Enriquecimento Isotópico de Urânio da FCN será realizada, de forma modular, em duas fases, sendo a segunda composta por trinta cascatas.

Quando a implantação da Usina estiver concluída, o Brasil passará à condição de autossuficiência de enriquecimento de urânio. A previsão é que, até 2033, a INB seja capaz de atender, com produção totalmente nacional, as necessidades das usinas nucleares de Angra 1 e 2 e, em 2037, a demanda de Angra 3.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Indústrias Nucleares do Brasil (INB)

Associação Brasileira de Energia Nuclear

Rua Candelária, nº 65, 14º andar - Centro, Rio de Janeiro (RJ) - CEP 20.091-906 / Tel: (21) 2266-0480 / (21) 2588-7000 - ramal 4721