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Tive a grata satisfação de ter lido a edição ano 6, número 18, jan-mar 1999, da Brasil Nuclear, com o título "Radiação Salva Vidas". Foi uma leitura que me fez crescer muito, tanto no campo pessoal, quanto no profissional.
José Ribamar Nunes de Almeida
Técnico em radiologia
Timbiras, MA
Recebi exemplares da revista Brasil Nuclear e confesso que a apresentação do periódico superou minhas expectativas. Esta revista deve ser distribuída em escolas de ensino básico e médio, nas quais estudam os futuros dirigentes e políticos brasileiros - cujas cabeças estão sendo "feitas" desde agora por ambientalistas de araque que se dizem muito preocupados com o futuro do planeta e a qualidade de vida, mas não abrem mão de fumar e consumir álcool, tampouco de levar seus cães para sujar calçadas e praias. São estes mesmos hipócritas que pretendem proibir, no Rio de Janeiro, a atracação de navios a propulsão nuclear. Onde, nas idéias destas pessoas, deverá atracar o submarino nuclear brasileiro quando (e se) ficar pronto, já que a sede da ForSub fica em Niterói? O uso da energia nuclear para fins pacíficos e militares (propulsão) é estratégico para o Brasil e somente a algumas potências isto não deve interessar. Quem sabe não é para elas que os tais ambientalistas estão trabalhando?
Jorge Alberto
Estou muito feliz por ter sido premiado com as edições 25 e 26 desta grande revista Brasil Nuclear. Gostaria que fossem publicadas mais reportagens sobre esta área. Afinal, na Unidade de Caetité das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), está localizada uma das maiores reservas de urânio do Brasil. Estou torcendo muito por Angra 3.
Genival Valentin da Silva
O artigo "Angra 2 entre as maiores do mundo", na revista Brasil Nuclear 24, me proporcionou muita satisfação e ótimos conhecimentos sobre nossa tecnologia. Estes valiosos esclarecimentos nos dão informações reais, nos permitindo saber que Angra 2 é motivo de orgulho para todos nós e colocando o Brasil no 16º lugar entre os 138 países que labutam no setor nuclear no mundo. Os índices apresentados no artigo mostram cabalmente a qualidade da nossa tecnologia nuclear e da mão-de-obra do nosso operador, já bem especializado no setor. Também tenho em mãos os números 22 e 23 da revista, que me têm sido bastante úteis, me permitindo conhecer e transmitir aos meus alunos e amigos a alta qualidade e os esforços vitoriosos da nossa gente.
Justino Vieira
Oficial RNR da Marinha e escritor
Rio de Janeiro/RJ
mecânico industrial da Unidade de Caetité-BA da INB
Caetité, BA.
Tenente-Coronel Engenheiro do Exército (R/A)
Rio de Janeiro, RJ.